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David Quinlan

Eu tinha sete
anos de idade quando meu pai me ensinou a tocar violão e
a minha mãe me ensinou a cantar. Quando me tornei
adolescente, fiz parte de algumas bandas. Na época eu
cantava, mas não havia um entendimento profundo do que
eu estava fazendo.
Hoje,
na minha vida, existe um busca para o entendimento. Eu
consigo respaldar as “loucuras” que faço hoje com
a Palavra de Deus. Naquela época, eu cantava somente por
cantar, porque era bonito, porque dava “ibope” e porque
as pessoas gostavam. Porém, a partir dos 21 anos,
conheci o Dan e a Marti Duke do Ministério “Uma chamada
para as Nações”. Eles olharam para mim e acreditaram no
potencial que Deus havia me dado.
Eles
começaram a investir em mim e a minha mentalidade foi
mudando totalmente. Eu nunca desejei gravar CDs e ser
conhecido nessa área. Tudo isso para mim é
surpreendente, pois eu não tive esse pensamento:
“Eu
quero ser conhecido no Brasil”. Eu nunca tive isso
em mente e creio que ministros de louvor como o pastor
Cirilo, a Ana Paula Valadão e tantos outros, não
desejaram isso, pois essa geração é aquela que não olhou
para o reconhecimento e disse:
“Esse é o meu alvo”. Não. Nosso alvo é Deus. O que
essa nação precisa não é de mais um cantor, um artista,
o que nós precisamos é de uma Noiva, uma Igreja que se
levanta com um único clamor: “Deus sara esta nação”.
Esse é o meu clamor.
por David Quinlan |